MEUS PREZADOS IRMÃO AO RECEBER E-MAIL, NOTICIAS ME COMOVI E JUNTOS PEDIMOS A DEUS EM PRO DESTE PASTOR QUE ESTAR SENDO PERSEGUIDO POR ANMOR A CRISTO, E ACREDITO QUE AS ORAÇÃO PODE FAZER COISAS GRANDES. OREMOS PELO Pastor iraniano Yousef Nadarkhani
Pastor iraniano Yousef Nadarkhani está enfrentando uma sentença de morte por se recusar a renunciar a sua fé em Jesus, por isso ele pode passar mais um ano na prisão aguardar o resultado do seu recurso contra a decisão do tribunal.
Pastor iraniano corre risco de ser assassinado em segredo
Enquanto o veredito sobre o caso do pastor Yousef não é definido, autoridades iranianas continuam o pressionado para que se converta ao islamismo e negue sua fé cristã, segundo informações do The Christian Post.
Yousef Nadarkhani foi condenado por apostasia no ano passado e por isso foi condenado à morte por enforcamento pelas autoridades do Irã.
Agora, especialistas acham que esse atraso para a conclusão do caso é usado para tirar toda a atenção que o caso recebeu mundialmente, e mesmo assim as autoridades estão tentando todos os meios possíveis para convertê-lo ao islamismo.
Nadarkhani recebeu uma alternativa vinda das autoridades do país: se ele renunciasse sua fé e abraçasse o islamismo, todas as acusações seriam retiradas. Mas o jovem pastor se recusou a fazer o que lhe foi proposto.
“Não existem garantias de que ele não será executado na prisão”, advertiu Jason DeMars, fundador do ministério Present Truth. “Pode acontecer a qualquer momento. Este é o caminho que o governo iraniano faz para executar pessoas. Eles não dão aviso prévio e fazem tudo em segredo.”
O caso do pastor Yousef Nadarkhani ganhou atenção internacional, tanto que autoridades de outros países como Hillary Clinton, secretária do Estado americano e outros mais se posicionaram contrários a sentença recebida pelo pastor.
Disse jesus: Examinai as escrituras, vos cuidas de ter nela a vida eterna e são elas que de mim testificam.JO.5.39
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
FELIZ 2012
A PAZ DO SENHOR!
MEUS PREZADOS IRMÃOS,AMIGOS E BLOGUEIROS UM ANO SE FINDA E OUTRO SE COMEÇA E NESTE NOVO ANO EU DESEJO A TODOS UM FELIZ 2012 E AS BENÇÃOS DE DEUS CONTINUE SOBRE A VOSSA VIDA E DE VOSSA FAMILIA. AGRADEÇO AS ORAÇÕES E PARA VOSSA MEDITAÇÃO SL. 23.06.
MEUS PREZADOS IRMÃOS,AMIGOS E BLOGUEIROS UM ANO SE FINDA E OUTRO SE COMEÇA E NESTE NOVO ANO EU DESEJO A TODOS UM FELIZ 2012 E AS BENÇÃOS DE DEUS CONTINUE SOBRE A VOSSA VIDA E DE VOSSA FAMILIA. AGRADEÇO AS ORAÇÕES E PARA VOSSA MEDITAÇÃO SL. 23.06.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
A igreja não precisa de donos ou estrelas. Ela carece de servos eficazes, longe dos holofotes
A igreja não precisa de donos ou estrelas. Ela carece de servos eficazes, longe dos holofotes
"Respondeu-lhe Felipe: Duzentos denários de pão não lhes bastam, para que cada um receba um pouco. Ao que lhe disse um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro: Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos?”– João 6.7-9
Filipe e André são discípulos de Jesus com nomes gregos significativos: “amigo dos cavalos” e “homem”. Um voltado para animais e outro para pessoas. Ambos são mais de bastidores que da linha de frente. São mencionados sempre em papéis secundários, e nunca propriamente de comando.
André é uma figura fantástica. Viveu nos bastidores e à sombra do irmão, Pedro, que ele levou a Jesus. Sempre com uma palavra positiva e colaborando para decisões. No episódio em tela, Jesus levanta a questão: onde arranjar comida para tanta gente? Já decidiu o que fará, mas experimenta os discípulos. Se foi um teste, do ponto de vista de Recursos Humanos, Filipe foi reprovado e André foi aprovado.
Quando Jesus traz o problema a Filipe, este o agrava: sete meses de salário de um trabalhador não bastariam. Filipe dramatiza o problema. André aponta numa direção. Não chega a dar uma resposta, mas devolve o problema para o Senhor, após mostrar alguma coisa. E a pista de André é assumida imediatamente por Jesus, que age a partir de sua sugestão. Se fosse se lastrear na palavra de Filipe, Jesus apenas teria o problema com cores mais vívidas.
Há gente que nunca tem soluções, e sempre aumenta os problemas. Há gente que busca soluções. E há dois aspectos mais que são elucidativos no estilo de André. O primeiro é que a conversa é entre Jesus e Filipe. Mas André se envolve. Aquilo é com ele também. Ele faz parte do grupo. Problema do grupo é problema dele. Quantos se omitem e acham que o problema é dos outros! Sempre têm uma palavra crítica e desalentadora. Não somam. Aumentam a dificuldade.
O segundo é que André vira um menino com um lanche. No meio de uma multidão ele viu um menino e seu lanchinho. Vê e valoriza as coisas pequenas. Deus diz para não desprezarmos as coisas pequenas (Zc 4.10). Coisas pequenas se tornam grandiosas nas mãos de Deus. Nem devemos desprezar as pessoas pequenas. Muitos pastores, missionários e obreiros de valor foram chamados por Deus quando eram crianças.
André é discípulo dos bastidores. Mas se envolve. A coisa é com ele, é dele e ele faz parte do todo. Não censura nem se queixa. Apresenta soluções. Vê a obra de Jesus como sendo algo que lhe diz respeito. E valoriza coisas pequenas.
A vida do homem dos bastidores foi fantástica. Missionário, chegou à Cítia, por isso é o padroeiro da Rússia. É o padroeiro da Escócia, porque teria chegado lá com o evangelho. Assim, a Igreja Anglicana comemora seu dia de missões em 30 de novembro, dia de Santo André. Morreu crucificado na Acaia, Grécia, para onde voltou. Sua agonia durou dias e ele foi posto em uma cruz em forma de x, a cruz de Santo André, o que explica o brasão da cidade deste nome no ABC Paulista. Durante a sua agonia, exortava as pessoas que vinham ver o espetáculo de sua morte a entregarem a vida a Jesus. Evangelizou até morrer.
Um homem dos bastidores, atento, dedicado e consagrado. Envolvia-se com a obra de Jesus e mostrou isso servindo até a morte. Filipe não foi um inútil. Deus o usou. Mas André é o tipo de crente que as igrejas necessitam. Há donos demais nas igrejas. E servos de menos. André é servo. Sem holofote, mas homem leal e útil. Imitemos André.
"Respondeu-lhe Felipe: Duzentos denários de pão não lhes bastam, para que cada um receba um pouco. Ao que lhe disse um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro: Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos?”– João 6.7-9
Filipe e André são discípulos de Jesus com nomes gregos significativos: “amigo dos cavalos” e “homem”. Um voltado para animais e outro para pessoas. Ambos são mais de bastidores que da linha de frente. São mencionados sempre em papéis secundários, e nunca propriamente de comando.
André é uma figura fantástica. Viveu nos bastidores e à sombra do irmão, Pedro, que ele levou a Jesus. Sempre com uma palavra positiva e colaborando para decisões. No episódio em tela, Jesus levanta a questão: onde arranjar comida para tanta gente? Já decidiu o que fará, mas experimenta os discípulos. Se foi um teste, do ponto de vista de Recursos Humanos, Filipe foi reprovado e André foi aprovado.
Quando Jesus traz o problema a Filipe, este o agrava: sete meses de salário de um trabalhador não bastariam. Filipe dramatiza o problema. André aponta numa direção. Não chega a dar uma resposta, mas devolve o problema para o Senhor, após mostrar alguma coisa. E a pista de André é assumida imediatamente por Jesus, que age a partir de sua sugestão. Se fosse se lastrear na palavra de Filipe, Jesus apenas teria o problema com cores mais vívidas.
Há gente que nunca tem soluções, e sempre aumenta os problemas. Há gente que busca soluções. E há dois aspectos mais que são elucidativos no estilo de André. O primeiro é que a conversa é entre Jesus e Filipe. Mas André se envolve. Aquilo é com ele também. Ele faz parte do grupo. Problema do grupo é problema dele. Quantos se omitem e acham que o problema é dos outros! Sempre têm uma palavra crítica e desalentadora. Não somam. Aumentam a dificuldade.
O segundo é que André vira um menino com um lanche. No meio de uma multidão ele viu um menino e seu lanchinho. Vê e valoriza as coisas pequenas. Deus diz para não desprezarmos as coisas pequenas (Zc 4.10). Coisas pequenas se tornam grandiosas nas mãos de Deus. Nem devemos desprezar as pessoas pequenas. Muitos pastores, missionários e obreiros de valor foram chamados por Deus quando eram crianças.
André é discípulo dos bastidores. Mas se envolve. A coisa é com ele, é dele e ele faz parte do todo. Não censura nem se queixa. Apresenta soluções. Vê a obra de Jesus como sendo algo que lhe diz respeito. E valoriza coisas pequenas.
A vida do homem dos bastidores foi fantástica. Missionário, chegou à Cítia, por isso é o padroeiro da Rússia. É o padroeiro da Escócia, porque teria chegado lá com o evangelho. Assim, a Igreja Anglicana comemora seu dia de missões em 30 de novembro, dia de Santo André. Morreu crucificado na Acaia, Grécia, para onde voltou. Sua agonia durou dias e ele foi posto em uma cruz em forma de x, a cruz de Santo André, o que explica o brasão da cidade deste nome no ABC Paulista. Durante a sua agonia, exortava as pessoas que vinham ver o espetáculo de sua morte a entregarem a vida a Jesus. Evangelizou até morrer.
Um homem dos bastidores, atento, dedicado e consagrado. Envolvia-se com a obra de Jesus e mostrou isso servindo até a morte. Filipe não foi um inútil. Deus o usou. Mas André é o tipo de crente que as igrejas necessitam. Há donos demais nas igrejas. E servos de menos. André é servo. Sem holofote, mas homem leal e útil. Imitemos André.
o verdadeiro sentido do natal
É o tempo de você dar e receber presentes, é tempo de enfeitar sua casa com árvores enormes e também fazer vários pedidos ao Papai Noel? Mas e o nascimento de Jesus, onde fica nisso tudo? Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isaías 9:6
Percebem que as pessoas inventaram varias coisas para que o verdadeiro sentido do natal fosse esquecido? Crianças são ensinadas desde cedo que o Papai Noel pode realizar seus sonhos, quando o Papai Noel está no shopping são feitas enormes filas para tirar foto com ele, mas não é feito nada para celebrar o nascimento de Cristo. A maioria das pessoas não sabe que a troca de presentes aconteceu porque os reis magos trouxeram presentes para comemorar o nascimento de Jesus, a árvore de natal simboliza a promessa da vida eterna, o costume em alguns países de você cortá-la e depois replantá-la simboliza a morte e a ressurreição de Jesus, o doce em formato de bastão simboliza a presença do pastor que presenciou o nascimento de Jesus, as cores branca e vermelha, simbolizam a pureza e o sangue no sacrifício do nosso Rei.
A guirlanda de natal é um arranjo sem começo nem fim, É o símbolo do Eterno como Deus!
Todas essas coisas citadas, quase ninguém sabe o verdadeiro significado, então as pessoas usam essas coisas para ganhar dinheiro, muito dinheiro. Fazem uma verdadeira festa de aniversario e esquecem de chamar o verdadeiro aniversariante. Jesus quer está contigo todos os dias, não quer que você lembre-se dele só no Natal ou apenas em feriados isso eu falo para você que é cristão, Papai Noel não existe, mas Jesus sim e ele está de braços abertos para você, esperando você ir ao seu encontro.
Não se esqueçam de dar Parabéns, ao Aniversariante mais importante de todos, Parabéns Jesus! Desejo a todos um Feliz Natal!
Percebem que as pessoas inventaram varias coisas para que o verdadeiro sentido do natal fosse esquecido? Crianças são ensinadas desde cedo que o Papai Noel pode realizar seus sonhos, quando o Papai Noel está no shopping são feitas enormes filas para tirar foto com ele, mas não é feito nada para celebrar o nascimento de Cristo. A maioria das pessoas não sabe que a troca de presentes aconteceu porque os reis magos trouxeram presentes para comemorar o nascimento de Jesus, a árvore de natal simboliza a promessa da vida eterna, o costume em alguns países de você cortá-la e depois replantá-la simboliza a morte e a ressurreição de Jesus, o doce em formato de bastão simboliza a presença do pastor que presenciou o nascimento de Jesus, as cores branca e vermelha, simbolizam a pureza e o sangue no sacrifício do nosso Rei.
A guirlanda de natal é um arranjo sem começo nem fim, É o símbolo do Eterno como Deus!
Todas essas coisas citadas, quase ninguém sabe o verdadeiro significado, então as pessoas usam essas coisas para ganhar dinheiro, muito dinheiro. Fazem uma verdadeira festa de aniversario e esquecem de chamar o verdadeiro aniversariante. Jesus quer está contigo todos os dias, não quer que você lembre-se dele só no Natal ou apenas em feriados isso eu falo para você que é cristão, Papai Noel não existe, mas Jesus sim e ele está de braços abertos para você, esperando você ir ao seu encontro.
Não se esqueçam de dar Parabéns, ao Aniversariante mais importante de todos, Parabéns Jesus! Desejo a todos um Feliz Natal!
O CUIDADO COM AS OVELHAS
O CUIDADO COM AS OVELHAS
Texto áureo: "Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas (Jo 10.11)
INTRODUÇÃO – Quando se fala de pastor não há como não se lembrar de rebanho ou de ovelhas. Pastorear ovelhas e pessoas há grandes similaridades. Veremos que Pastor não é auto produzido, mas é um ofício que depende de Deus, as características dos pastores de Israel e os cuidados que o pastor deve ter para com a ovelha.
1. O QUE É UM PASTOR – Pv 27.23 É uma pessoa chamada por Deus, que conhece o estado das suas ovelhas e coloca o seu coração sobre elas. Para isto precisa ser:
1.1. Vocacionada por Deus - I Co 7.20 – A vocação de Deus é a condição "sine qua non" para o desempenho de qualquer ministério eclesiástico.
1.2. Capacitada para o ministério II Co 3.5 A capacitação dada por Deus vai habilitar o indivíduo ao bom desempenho do seu ministério. Alguns já foram vocacionados, ainda não foram capacitados.
1.3. Preparada para toda boa obra - II Tm 2.15
a) Preparação na escola da vida – Gl 6.17 Paulo tinha experiência de vida suficiente para o ministério. Esta preparação chama-se maturidade.
b) Preparação secular – At 7.22 Antigamente se julgava desnecessário o conhecimento secular no âmbito eclesiástico. Hoje essa teoria tem caído diante da tecnologia que fez cumprir a profecia de Daniel em 12.4
c) Preparação teológica – At 4.31 Para pregar com ousadia ou autoridade, como fazia Jesus, há a necessidade de conhecimento teológico.
1.4. Qualificada – Ter qualificações e apresentar o seguinte caráter:
a) Irrepreensível – Fp 3.6 – O ministro qualificado para a obra é aquele cuja, vida diante de sua comunidade, não se encontra repreensão ou qualquer reprovação.
b) Temperante – I Tm 3.2 – Comedido, temperado, controlado. Temos a nossa disposição dois tipos de controle: o autocontrole, que é o controle das nossas emoções e o controle do alto, que é o controle do Espírito Santo.
c) Sóbrio – Tt 2.11, 12 – A sobriedade fala de equilíbrio. E o obreiro deve ter equilíbrio moral, emocional e espiritual.
d) Ordeiro – O ministro deve cumprir os seus deveres e ordenar a sua vida em todos os aspectos, tais como: ministerial social, familiar, conjugal, pecuniário, etc.
e) Modesto – O arrogante é obstinado em sua própria opinião, é desobediente, mesmo diante de evidencias não aceita correção, ponderação ou conselho de outra pessoa. Não se deve separar para o ministério pessoa com tais qualificações.
f) Controlado – Tt 1.7 - O obreiro deve ter o controle da sua vida, atitudes, atividades, família, finanças, etc.
g) Cordato – I Tm 3.3 – O ministro deve ser inimigo de contendas. Ele dever ser ministro da paz e da harmonia, buscando a unidade do grupo e o respeito dos seus pares.
h) Justo – Tt 1.8 – Juízo e justiça são a base do trono de Deus. Jesus veio para julgar justamente. Certamente exige que os seus obreiros sejam imparciais.
i) Piedoso – Tt 1.8 – Piedoso no caráter significa ser santo e santidade é uma característica que nos relaciona diretamente com Deus como diz o apostolo Pedro. I Pe 1.15, 16
2. OS PASTORES DE ISRAEL – Poderemos incluir nesta lista os Juízes que eram um misto de Julgadores e condutores do povo.
2.1. Os Reis - I Sm 16.11Davi foi um Rei tirado de entre as ovelhas. Alguns falharam na sua missão por lhes faltarem o característico cheiro de ovelha.
2.2. Os Sacerdotes – Is 61.6 É interessante a posição do Sacerdote, pois ele deve estar no meio do povo para ouvir o seu clamor e apresentá-lo ao Senhor.
2.3. Os Profetas – Ex 34.28 Enquanto o sacerdote está no meio do povo o Profeta deve estar mais próximo do Senhor para não ser influenciado e assim transmitir uma mensagem "pura" ao povo.
3. ISRAEL FOI DESTRUIDO POR LHE FALTAR VERDADEIROS PASTORES - Faltando pastores faltou também o conhecimento para o Povo, causa da sua queda.
3.1. Pastores levianos – Jr 8.11 O pastor tem que ter a responsabilidade de dizer ao povo não o que ele quer ouvir, mas o que precisa ouvir.
3.2. Pastores exploradores – Ex 34.1-6 A exploração do rebanha continua nos nossos dias. O pastoreio é exercido apenas dos púlpitos e o interesse gira em torno do que a ovelha produz.
3.3 Pastores sem compromisso com a verdade – I Rs 22.7,8 Acabe não estava interessa em uma palavra genuína, verdadeira, mas em palavras que apetecesse o seu ego. Os verdadeiros profetas foram descartados por ele e sua esposa.
4. O CUIDADO COM AS OVELHAS – As ovelhas necessitam de cuidados especiais em pelo menos quatro aspectos da vida eclesiástica:
4.1. Espirituais
a) Edificação – Ef 4.12 Edificar o rebanho com a pregação e ensino consistente da palavra do Senhor.
b) Comunhão – Js 1.16,17 Manter-se e conduzir o povo à comunhão íntima com o Senhor.
c) Fé – Hb 11.6 Ensinar o rebanho a andar por fé diante do Deus do impossível.
4.2. Morais
a) Mentira – Jo 8.44 Ensinar e pregar contra a mentira. Essa prática tem corroído muitas pessoas, grupos e ministérios. (ver no Youtube – Casa de Davi)
b) Pecado – Rm 6.23 Ensinar abertamente sobre o pecado os seus males e conseqüências.
4.3. Psicológicos
a) Auto-estima – Fp 4.13 O rebanho precisa de mensagens que o levante.
b) Coragem – Is 41.10 Encorajar o rebanho a enfrentar todos os obstáculos confiado na graça e misericórdia do Senhor.
c) Crítica – Criticar de forma construtiva e elogiar de forma equilibrada. Lembre-se Repreensão deve ser feita em particular e o elogio em público.
4.4. Administrativos
a) Objetividade – Ser objetivo na condução das atividades administrativas
b) Organizado – Uma boa organização passa pelo planejamento (Lembre-se: urgente é aquilo que não foi planejado)
c) Liderança – Tt 1.5 Distribuir os cargos e funções de forma sábia e equilibrada. Deus nunca erra na distribuição dos dons ministeriais. (Ele nunca mandaria Pedro subir o monte em lugar de Moisés. Pois ele teria subido 40 vezes para saber os detalhes que Moisés recebeu de uma só vez).
CONCLUSÃO – É fato que o reino de Deus tem se expandido com o crescimento da Igreja e a pluralidade das Denominações. Porém há-te se notar a falta da figura do verdadeiro pastor ou do cuidado que as ovelhas merecem. Qual a preocupação maior de um Pastor à frente de um rebanho? O valor de uma alma é muito grande aos olhos daquele que por nós morreu. Alguns excluem com tanta facilidade uma ovelha que levou anos para ser alcançada. E nós pastores daremos conta ao Senhor das almas que ele nos confiou a pastoreá-las. Que ele nos ajude a cumprir bem a nossa missão.
Texto áureo: "Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas (Jo 10.11)
INTRODUÇÃO – Quando se fala de pastor não há como não se lembrar de rebanho ou de ovelhas. Pastorear ovelhas e pessoas há grandes similaridades. Veremos que Pastor não é auto produzido, mas é um ofício que depende de Deus, as características dos pastores de Israel e os cuidados que o pastor deve ter para com a ovelha.
1. O QUE É UM PASTOR – Pv 27.23 É uma pessoa chamada por Deus, que conhece o estado das suas ovelhas e coloca o seu coração sobre elas. Para isto precisa ser:
1.1. Vocacionada por Deus - I Co 7.20 – A vocação de Deus é a condição "sine qua non" para o desempenho de qualquer ministério eclesiástico.
1.2. Capacitada para o ministério II Co 3.5 A capacitação dada por Deus vai habilitar o indivíduo ao bom desempenho do seu ministério. Alguns já foram vocacionados, ainda não foram capacitados.
1.3. Preparada para toda boa obra - II Tm 2.15
a) Preparação na escola da vida – Gl 6.17 Paulo tinha experiência de vida suficiente para o ministério. Esta preparação chama-se maturidade.
b) Preparação secular – At 7.22 Antigamente se julgava desnecessário o conhecimento secular no âmbito eclesiástico. Hoje essa teoria tem caído diante da tecnologia que fez cumprir a profecia de Daniel em 12.4
c) Preparação teológica – At 4.31 Para pregar com ousadia ou autoridade, como fazia Jesus, há a necessidade de conhecimento teológico.
1.4. Qualificada – Ter qualificações e apresentar o seguinte caráter:
a) Irrepreensível – Fp 3.6 – O ministro qualificado para a obra é aquele cuja, vida diante de sua comunidade, não se encontra repreensão ou qualquer reprovação.
b) Temperante – I Tm 3.2 – Comedido, temperado, controlado. Temos a nossa disposição dois tipos de controle: o autocontrole, que é o controle das nossas emoções e o controle do alto, que é o controle do Espírito Santo.
c) Sóbrio – Tt 2.11, 12 – A sobriedade fala de equilíbrio. E o obreiro deve ter equilíbrio moral, emocional e espiritual.
d) Ordeiro – O ministro deve cumprir os seus deveres e ordenar a sua vida em todos os aspectos, tais como: ministerial social, familiar, conjugal, pecuniário, etc.
e) Modesto – O arrogante é obstinado em sua própria opinião, é desobediente, mesmo diante de evidencias não aceita correção, ponderação ou conselho de outra pessoa. Não se deve separar para o ministério pessoa com tais qualificações.
f) Controlado – Tt 1.7 - O obreiro deve ter o controle da sua vida, atitudes, atividades, família, finanças, etc.
g) Cordato – I Tm 3.3 – O ministro deve ser inimigo de contendas. Ele dever ser ministro da paz e da harmonia, buscando a unidade do grupo e o respeito dos seus pares.
h) Justo – Tt 1.8 – Juízo e justiça são a base do trono de Deus. Jesus veio para julgar justamente. Certamente exige que os seus obreiros sejam imparciais.
i) Piedoso – Tt 1.8 – Piedoso no caráter significa ser santo e santidade é uma característica que nos relaciona diretamente com Deus como diz o apostolo Pedro. I Pe 1.15, 16
2. OS PASTORES DE ISRAEL – Poderemos incluir nesta lista os Juízes que eram um misto de Julgadores e condutores do povo.
2.1. Os Reis - I Sm 16.11Davi foi um Rei tirado de entre as ovelhas. Alguns falharam na sua missão por lhes faltarem o característico cheiro de ovelha.
2.2. Os Sacerdotes – Is 61.6 É interessante a posição do Sacerdote, pois ele deve estar no meio do povo para ouvir o seu clamor e apresentá-lo ao Senhor.
2.3. Os Profetas – Ex 34.28 Enquanto o sacerdote está no meio do povo o Profeta deve estar mais próximo do Senhor para não ser influenciado e assim transmitir uma mensagem "pura" ao povo.
3. ISRAEL FOI DESTRUIDO POR LHE FALTAR VERDADEIROS PASTORES - Faltando pastores faltou também o conhecimento para o Povo, causa da sua queda.
3.1. Pastores levianos – Jr 8.11 O pastor tem que ter a responsabilidade de dizer ao povo não o que ele quer ouvir, mas o que precisa ouvir.
3.2. Pastores exploradores – Ex 34.1-6 A exploração do rebanha continua nos nossos dias. O pastoreio é exercido apenas dos púlpitos e o interesse gira em torno do que a ovelha produz.
3.3 Pastores sem compromisso com a verdade – I Rs 22.7,8 Acabe não estava interessa em uma palavra genuína, verdadeira, mas em palavras que apetecesse o seu ego. Os verdadeiros profetas foram descartados por ele e sua esposa.
4. O CUIDADO COM AS OVELHAS – As ovelhas necessitam de cuidados especiais em pelo menos quatro aspectos da vida eclesiástica:
4.1. Espirituais
a) Edificação – Ef 4.12 Edificar o rebanho com a pregação e ensino consistente da palavra do Senhor.
b) Comunhão – Js 1.16,17 Manter-se e conduzir o povo à comunhão íntima com o Senhor.
c) Fé – Hb 11.6 Ensinar o rebanho a andar por fé diante do Deus do impossível.
4.2. Morais
a) Mentira – Jo 8.44 Ensinar e pregar contra a mentira. Essa prática tem corroído muitas pessoas, grupos e ministérios. (ver no Youtube – Casa de Davi)
b) Pecado – Rm 6.23 Ensinar abertamente sobre o pecado os seus males e conseqüências.
4.3. Psicológicos
a) Auto-estima – Fp 4.13 O rebanho precisa de mensagens que o levante.
b) Coragem – Is 41.10 Encorajar o rebanho a enfrentar todos os obstáculos confiado na graça e misericórdia do Senhor.
c) Crítica – Criticar de forma construtiva e elogiar de forma equilibrada. Lembre-se Repreensão deve ser feita em particular e o elogio em público.
4.4. Administrativos
a) Objetividade – Ser objetivo na condução das atividades administrativas
b) Organizado – Uma boa organização passa pelo planejamento (Lembre-se: urgente é aquilo que não foi planejado)
c) Liderança – Tt 1.5 Distribuir os cargos e funções de forma sábia e equilibrada. Deus nunca erra na distribuição dos dons ministeriais. (Ele nunca mandaria Pedro subir o monte em lugar de Moisés. Pois ele teria subido 40 vezes para saber os detalhes que Moisés recebeu de uma só vez).
CONCLUSÃO – É fato que o reino de Deus tem se expandido com o crescimento da Igreja e a pluralidade das Denominações. Porém há-te se notar a falta da figura do verdadeiro pastor ou do cuidado que as ovelhas merecem. Qual a preocupação maior de um Pastor à frente de um rebanho? O valor de uma alma é muito grande aos olhos daquele que por nós morreu. Alguns excluem com tanta facilidade uma ovelha que levou anos para ser alcançada. E nós pastores daremos conta ao Senhor das almas que ele nos confiou a pastoreá-las. Que ele nos ajude a cumprir bem a nossa missão.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
CINCO PRINCÍPIOS PARA PASTORES
I – INTRODUÇÃO
Existem cinco princípios básicos para os quais os pastores devem estar bem atentos. O verdadeiro pastor deve ter o cuidado de zelar por suas ovelhas para que elas sejam sadias e livres das garras dos lobos e cães que estão sempre procurando devorá-las.
II – 1º PRINCÍPIO: CUIDAR DAS OVELHAS – Atos 20: 28, 29.
O pastor deve estar atento para o bem estar de suas ovelhas. O Espírito Santo nos constituiu bispos (pastores) para cuidarmos de Suas ovelhas. As ovelhas pertencem a Jesus, mas Ele levanta pastores para cuidar delas. (Efesios 4: 11).
Existe o perigo de lobos que sempre estão envolta do rebanho procurando um meio de devorar as ovelhas. Estes lobos são homens malignos que falam coisas pervertidas para atraírem os discípulos atrás deles.
Himineu e Fileto são exemplos bíblicos de homens pervertidos que conseguiram arrastar atrás deles algumas ovelhas do Senhor. (II Timóteo 2: 18, 19).
Mas Jesus já fez uma advertência em João 10: 4, 5, quando afirmou: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz e não seguem a estranhos.” Sim, a verdadeira ovelha ouve a voz de seu pastor e não segue a estranhos.
III – 2º PRINCÍPIO: CONHECER AS OVELHAS – João 10: 14, 15.
Jesus, como o Bom Pastor, conhece suas ovelhas e delas também é conhecido. O pastor deve conhecer quem são suas ovelhas. Mas, ele deve conhece-las não somente por informação, mas principalmente por revelação. ( II Coríntios 5: 16).
Pedro era uma ovelha eu Jesus conhecia muito bem. Quando ele disse que “estava pronto para ir até a prisão e à morte por Jesus”, o Senhor lhe disse: “hoje mesmo me negarás três vezes antes que o galo cante.” (Lucas 22: 33, 34). Jesus o conhecia por dentro. O verdadeiro pastor deve conhecer muito bem suas ovelhas, tanto suas virtudes como suas fraquezas, para melhor poder cuidar delas.
IV – 3º PRINCÍPIO: PROCURAR AS OVELHAS – Lucas 15: 4.
A ovelha é um animal manso e indefeso. Não sabe andar sozinha. Precisa dos cuidados de seu pastor. Por isso, ela é um tipo dos filhos de Deus. O Senhor nos compara com ovelhas porque Ele quer que vivamos inteiramente debaixo de seus cuidados. Quando uma ovelha se perde nos pastos ou caminhos, o pastor verdadeiro vai atrás e cuida dela para que volte e seja curada.
Por outro lado, se a ovelha sai do rebanho e não volta é porque “ão era dos nossos”. (I João 2: 19).
O pastor procura aquela que verdadeiramente sabe que é sua ovelha e que precisa de seus cuidados.
V – 4º PRINCÍPIO: ALIMENTAR AS OVELHAS – Salmo 23: 1-3.
O pastor leva suas ovelhas às pastagens verdejantes. Pastos verdejantes são aqueles bem cuidados, que têm boa irrigação de água. A água é a Palavra de Deus (João 15: 3). O bom alimento é aquele que sai da pura Palavra de Deus sem nenhuma adulteração. O pastor verdadeiro traz o alimento fresco para suas amadas ovelhas. Ele sabe conduzi-las às pastagens verdejantes. Ou seja, ele tem sempre um alimento fresco e rico para suas amadas ovelhas. Esse alimento fará com que as ovelhas cresçam sadias e fortes na presença do Senhor. (Hebreus 5: 14). Existe mantimento sólido na Palavra de Deus, mas precisamos crescer para dele comermos. O pastor conhece o grau de espiritualidade de suas ovelhas e dá o alimento certo.
VI – 5º PRINCÍPIO: PROTEGER AS OVELHAS – João 10: 10.
A ovelha precisa da proteção de seu pastor. Existem lobos e cães sempre à procura de ovelhas para devorar. Mas o pastor atento não permitirá a sua aproximação.
Por quê a serpente tentou a Eva quando ela estava distante de Adão? Por quê Paulo diz que depois da sua partida os lobos viriam? É porque os lobos e os cães sabem que diante do pastor fica mais difícil a aproximação, pois eles podem levar cajadadas. Por isso, eles procuram aproximar quando as ovelhas estão sozinhas.
“A tua vara e o teu cajado me consolam.” (Salmo 23: 4). Sim, a vara e o cajado consolam quando estamos errados e desviados. Somos protegidos contra as investidas dos lobos e dos cães.
VII – CONCLUSÃO
Deus aconselha aos pastores verdadeiros que cuidem do rebanho com zelo de Deus (II Coríntios 11: 2); que cuidem do rebanho como sendo de propriedade de Deus e não sua. (I Pedro 5: 1-4).
A ovelha que está debaixo da autoridade de seu pastor está protegida e bem cuidada.
Existem cinco princípios básicos para os quais os pastores devem estar bem atentos. O verdadeiro pastor deve ter o cuidado de zelar por suas ovelhas para que elas sejam sadias e livres das garras dos lobos e cães que estão sempre procurando devorá-las.
II – 1º PRINCÍPIO: CUIDAR DAS OVELHAS – Atos 20: 28, 29.
O pastor deve estar atento para o bem estar de suas ovelhas. O Espírito Santo nos constituiu bispos (pastores) para cuidarmos de Suas ovelhas. As ovelhas pertencem a Jesus, mas Ele levanta pastores para cuidar delas. (Efesios 4: 11).
Existe o perigo de lobos que sempre estão envolta do rebanho procurando um meio de devorar as ovelhas. Estes lobos são homens malignos que falam coisas pervertidas para atraírem os discípulos atrás deles.
Himineu e Fileto são exemplos bíblicos de homens pervertidos que conseguiram arrastar atrás deles algumas ovelhas do Senhor. (II Timóteo 2: 18, 19).
Mas Jesus já fez uma advertência em João 10: 4, 5, quando afirmou: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz e não seguem a estranhos.” Sim, a verdadeira ovelha ouve a voz de seu pastor e não segue a estranhos.
III – 2º PRINCÍPIO: CONHECER AS OVELHAS – João 10: 14, 15.
Jesus, como o Bom Pastor, conhece suas ovelhas e delas também é conhecido. O pastor deve conhecer quem são suas ovelhas. Mas, ele deve conhece-las não somente por informação, mas principalmente por revelação. ( II Coríntios 5: 16).
Pedro era uma ovelha eu Jesus conhecia muito bem. Quando ele disse que “estava pronto para ir até a prisão e à morte por Jesus”, o Senhor lhe disse: “hoje mesmo me negarás três vezes antes que o galo cante.” (Lucas 22: 33, 34). Jesus o conhecia por dentro. O verdadeiro pastor deve conhecer muito bem suas ovelhas, tanto suas virtudes como suas fraquezas, para melhor poder cuidar delas.
IV – 3º PRINCÍPIO: PROCURAR AS OVELHAS – Lucas 15: 4.
A ovelha é um animal manso e indefeso. Não sabe andar sozinha. Precisa dos cuidados de seu pastor. Por isso, ela é um tipo dos filhos de Deus. O Senhor nos compara com ovelhas porque Ele quer que vivamos inteiramente debaixo de seus cuidados. Quando uma ovelha se perde nos pastos ou caminhos, o pastor verdadeiro vai atrás e cuida dela para que volte e seja curada.
Por outro lado, se a ovelha sai do rebanho e não volta é porque “ão era dos nossos”. (I João 2: 19).
O pastor procura aquela que verdadeiramente sabe que é sua ovelha e que precisa de seus cuidados.
V – 4º PRINCÍPIO: ALIMENTAR AS OVELHAS – Salmo 23: 1-3.
O pastor leva suas ovelhas às pastagens verdejantes. Pastos verdejantes são aqueles bem cuidados, que têm boa irrigação de água. A água é a Palavra de Deus (João 15: 3). O bom alimento é aquele que sai da pura Palavra de Deus sem nenhuma adulteração. O pastor verdadeiro traz o alimento fresco para suas amadas ovelhas. Ele sabe conduzi-las às pastagens verdejantes. Ou seja, ele tem sempre um alimento fresco e rico para suas amadas ovelhas. Esse alimento fará com que as ovelhas cresçam sadias e fortes na presença do Senhor. (Hebreus 5: 14). Existe mantimento sólido na Palavra de Deus, mas precisamos crescer para dele comermos. O pastor conhece o grau de espiritualidade de suas ovelhas e dá o alimento certo.
VI – 5º PRINCÍPIO: PROTEGER AS OVELHAS – João 10: 10.
A ovelha precisa da proteção de seu pastor. Existem lobos e cães sempre à procura de ovelhas para devorar. Mas o pastor atento não permitirá a sua aproximação.
Por quê a serpente tentou a Eva quando ela estava distante de Adão? Por quê Paulo diz que depois da sua partida os lobos viriam? É porque os lobos e os cães sabem que diante do pastor fica mais difícil a aproximação, pois eles podem levar cajadadas. Por isso, eles procuram aproximar quando as ovelhas estão sozinhas.
“A tua vara e o teu cajado me consolam.” (Salmo 23: 4). Sim, a vara e o cajado consolam quando estamos errados e desviados. Somos protegidos contra as investidas dos lobos e dos cães.
VII – CONCLUSÃO
Deus aconselha aos pastores verdadeiros que cuidem do rebanho com zelo de Deus (II Coríntios 11: 2); que cuidem do rebanho como sendo de propriedade de Deus e não sua. (I Pedro 5: 1-4).
A ovelha que está debaixo da autoridade de seu pastor está protegida e bem cuidada.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
LIÇÃO 03 - O DEUS QUE INTERVÉM NA HISTÓRIA
LIÇÃO 03 - O DEUS QUE INTERVÉM NA HISTÓRIA
INTRODUÇÃO
Ao contrário do que prega o Deísmo1 -que admite a existência de Deus, mas ensina que ele não está interessado na história da humanidade- ao lermos a Bíblia, podemos ver claramente Deus intervindo na história: livrando, guiando, operando milagres, respondendo orações, exaltando, abatendo e executando seus eternos propósitos, conforme a sua soberana vontade. Ao contrário dos deuses de prata e ouro, obra das mãos de homens, que “Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem; Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram; Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta” (Sl 115.5-7), o nosso Deus é o Deus vivo, que intervém na história da humanidade e faz tudo que lhe apraz (Dt 32.39; Jó 5.8-13,18; Sl 115.3; Ec 8.3; Dn 2.20-22).
I - DEUS INTERVÉM NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
De acordo com as Escrituras Deus criou e preserva a sua criação (Gn cap. 1,2; Ne 9.6; At 17.28; Ef 1.11). Por isso, Ele tem todo o direito de governar sobre a criação e de intervir na história da humanidade. Devemos entender, no entanto, que este governo e intervenção está baseada, sobretudo, em seu infinito amor, que deseja o melhor para nós. Vejamos, então, alguns exemplos da intervenção de Deus na história:
1.1 A intervenção de Deus na queda do homem: Quando Adão desobedeceu a Deus e comeu do fruto da árvore da ciência do bem e do mal (Gn 3.1-6) o homem herdou a natureza pecaminosa e ficou destituído da glória de Deus (Rm 3.23;5.12,17-19). Porém, Deus não permitiu que o homem permanecesse eternamente escravizado pelo pecado. Por isso, Ele prometeu enviar a semente da mulher e, na plenitude dos tempos, enviou seu filho ao mundo para morrer pelos nossos pecados (Jo 3.16,17; Gl 4.4; Ef 2.1-10).
1.2 A intervenção de Deus no dilúvio: Desde que o pecado entrou no mundo, a maldade passou a fazer parte da história da humanidade. No entanto, à medida que a humanidade ia se multiplicando, multiplicava-se também a corrupção e a violência (Gn 6.1-12). Satanás tinha como objetivo separar definitivamente o homem do seu criador. No entanto, Deus intervém, punindo aquela geração ímpia com o dilúvio (Gn 7,8) e, por intermédio de Noé, dá início a uma nova geração (Gn 9.7,19).
1.3 A intervenção de Deus na confusão das línguas: O propósito de Deus era que o homem povoasse a terra (Gn 1.28; 9.7). No entanto, os descendentes de Noé desejaram edificar uma torre para não se espalharem sobre a face da terra. Deus, porém, interviu mais uma vez e trouxe a confusão das línguas, impedindo assim que os homens concluíssem a sua obra e fossem forçados a se espalharem e povoarem a terra (Gn 11.1-9).
1.4 A intervenção de Deus nas cidades de Sodoma e Gomorra: A Bíblia afirma que os moradores de Sodoma e Gomorra eram maus e grandes pecadores contra Deus (Gn 13.13; 18.20). Por esta razão, Deus os destruiu, fazendo chover enxofre e fogo sobre aquelas cidades, mas poupou o justo Ló (Gn 19.12-30; II Pe 2.7).
1.5 A intervenção de Deus na nação de Israel: Nenhuma nação do mundo experimentou tantas intervenções divinas como a nação de Israel. Em quase todos os livros da Bíblia podemos ver Deus intervindo naquela nação, quer seja suprindo necessidades (Ex 15.27; 16.13,31); quer seja dando livramento (II Cr 20.1-30); quer seja operando milagres (Ex 7.19-11.10; 14.15-26); quer seja chamando e capacitando líderes (Ex 3.1-20; 31.1-11; Js 1.1-9; I Sm 3.1-14; 16.1-13), etc.
1.6 A intervenção de Deus no futuro da humanidade: Não precisamos estar temerosos quanto às coisas futuras, pois o futuro já nos foi revelado na Palavra de Deus (Am 3.7; Ap 22.6). Por isso, temos a certeza que em breve estaremos com o Senhor Jesus e estaremos livres de todo e qualquer sofrimento (Ap 1.18; Jo 14.1-3; 17.24; I Ts 4.17).
II - COMO DEUS INTERVÉM NA HISTÓRIA?
As Escrituras revelam Deus intervindo na história da humanidade, tanto de forma individual como de coletiva. Vejamos:
2.1 Individualmente: Muitos servos de Deus tiveram experiências que provam claramente a intervenção de Deus em suas vidas, tais como: Adão, ao ser expulso do Jardim do Éden (Gn 3.23); Caim, que foi amaldiçoado por Deus, por matar seu irmão (Gn 4.10-12); Enoque, ao ser trasladado por Deus (Gn 5.24); Jacó, que teve o seu nome mudado, quando lutou com o anjo no Vau de Jaboque (Gn 32.22-28); Daniel, quando Deus o livrou da cova dos leões (Dn 6); e tantos outros servos de Deus que estão registrados nas Escrituras, como reis, sacerdotes, profetas, apóstolos, etc.
2.2 Coletivamente: Deus também intervem na história de forma coletiva, como podemos observar no juízo de Deus, por ocasião do dilúvio (Gn 6-8); na confusão das línguas (Gn 11.1-9); na destruição das cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 19.24-28); na formação e preservação da nação de Israel (Gn 12.1-3; Ex 19.5,6); na destruição dos cananeus, como está registrado no livro de Josué; no envio do profeta Jonas a cidade de Nínive (Jn 1-4); na destruição do exército de Senaqueribe (II Rs 19.32-35); nas experiências dos servos de Deus em Babilônia, registradas no livro do profeta Daniel, etc.
III - QUAIS OS PROPÓSITOS DE DEUS NA INTERVENÇÃO DA HISTÓRIA?
O principal propósito da intervenção de Deus na história é a salvação da humanidade. No entanto, existe outros motivos pelos quais Deus intervém na história. Vejamos:
3.1 Guiar: Como guiou o servo de Abraão, quando este foi buscar uma esposa para Isaque (Gn 24.27) e guiou a Israel no deserto (Dt 8.2,15; 32.12; Sl 78.14,52,53).
3.2 Prover: Em diversas ocasiões, Deus intervém para prover necessidades, como aconteceu com Hagar (Gn 21.19), Israel no deserto (Ex 15.27; 16.13,31); Elias (I Rs 17.4-6), e tantos outros.
3.3 Livrar: Deus também intervém para dar livramento a seu povo, como aconteceu com Daniel na cova dos leões (Dn 6.1-22); Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, na fornalha de fogo (Dn 3.25,26); Israel, nos dias do Rei Josafá, quando os amonitas, moabitas e os da montanha de Seir vieram ao seu encontro (II Cr 20.1-30); Pedro, quando estava na prisão (At 12.5-12); Paulo, durante o naufrágio (At 27.1-44), etc.
3.4 Revelar seus propósitos: Em muitas ocasiões, Deus intervém na história, afim de revelar seus propósitos, como apareceu a Abraão, para revelar a destruição das cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 18.17-22); como revelou em sonhos a Faraó, os sete anos de fartura e os sete anos de fome (Gn 41.1-37); apareceu por meio de uma teofania2 a Manoá, para anunciar o nascimento de Sansão (Jz 13.3-20); revelou em sonhos a Nabucodonosor, os reinos vindouros (Dn 2.1-49), etc.
Estes são apenas alguns, dos muitos propósitos pelos quais Deus intervém na história da humanidade.
CONCLUSÃO
Uma vez que cremos que Deus é o criador de todas as coisas, devemos entender também que Ele exerce total domínio sobre a criação. Por isso, ele intervém na história da humanidade, sempre com o objetivo de proporcionar bem estar ao homem, bem como executar seus eternos propósitos.
INTRODUÇÃO
Ao contrário do que prega o Deísmo1 -que admite a existência de Deus, mas ensina que ele não está interessado na história da humanidade- ao lermos a Bíblia, podemos ver claramente Deus intervindo na história: livrando, guiando, operando milagres, respondendo orações, exaltando, abatendo e executando seus eternos propósitos, conforme a sua soberana vontade. Ao contrário dos deuses de prata e ouro, obra das mãos de homens, que “Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem; Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram; Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta” (Sl 115.5-7), o nosso Deus é o Deus vivo, que intervém na história da humanidade e faz tudo que lhe apraz (Dt 32.39; Jó 5.8-13,18; Sl 115.3; Ec 8.3; Dn 2.20-22).
I - DEUS INTERVÉM NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
De acordo com as Escrituras Deus criou e preserva a sua criação (Gn cap. 1,2; Ne 9.6; At 17.28; Ef 1.11). Por isso, Ele tem todo o direito de governar sobre a criação e de intervir na história da humanidade. Devemos entender, no entanto, que este governo e intervenção está baseada, sobretudo, em seu infinito amor, que deseja o melhor para nós. Vejamos, então, alguns exemplos da intervenção de Deus na história:
1.1 A intervenção de Deus na queda do homem: Quando Adão desobedeceu a Deus e comeu do fruto da árvore da ciência do bem e do mal (Gn 3.1-6) o homem herdou a natureza pecaminosa e ficou destituído da glória de Deus (Rm 3.23;5.12,17-19). Porém, Deus não permitiu que o homem permanecesse eternamente escravizado pelo pecado. Por isso, Ele prometeu enviar a semente da mulher e, na plenitude dos tempos, enviou seu filho ao mundo para morrer pelos nossos pecados (Jo 3.16,17; Gl 4.4; Ef 2.1-10).
1.2 A intervenção de Deus no dilúvio: Desde que o pecado entrou no mundo, a maldade passou a fazer parte da história da humanidade. No entanto, à medida que a humanidade ia se multiplicando, multiplicava-se também a corrupção e a violência (Gn 6.1-12). Satanás tinha como objetivo separar definitivamente o homem do seu criador. No entanto, Deus intervém, punindo aquela geração ímpia com o dilúvio (Gn 7,8) e, por intermédio de Noé, dá início a uma nova geração (Gn 9.7,19).
1.3 A intervenção de Deus na confusão das línguas: O propósito de Deus era que o homem povoasse a terra (Gn 1.28; 9.7). No entanto, os descendentes de Noé desejaram edificar uma torre para não se espalharem sobre a face da terra. Deus, porém, interviu mais uma vez e trouxe a confusão das línguas, impedindo assim que os homens concluíssem a sua obra e fossem forçados a se espalharem e povoarem a terra (Gn 11.1-9).
1.4 A intervenção de Deus nas cidades de Sodoma e Gomorra: A Bíblia afirma que os moradores de Sodoma e Gomorra eram maus e grandes pecadores contra Deus (Gn 13.13; 18.20). Por esta razão, Deus os destruiu, fazendo chover enxofre e fogo sobre aquelas cidades, mas poupou o justo Ló (Gn 19.12-30; II Pe 2.7).
1.5 A intervenção de Deus na nação de Israel: Nenhuma nação do mundo experimentou tantas intervenções divinas como a nação de Israel. Em quase todos os livros da Bíblia podemos ver Deus intervindo naquela nação, quer seja suprindo necessidades (Ex 15.27; 16.13,31); quer seja dando livramento (II Cr 20.1-30); quer seja operando milagres (Ex 7.19-11.10; 14.15-26); quer seja chamando e capacitando líderes (Ex 3.1-20; 31.1-11; Js 1.1-9; I Sm 3.1-14; 16.1-13), etc.
1.6 A intervenção de Deus no futuro da humanidade: Não precisamos estar temerosos quanto às coisas futuras, pois o futuro já nos foi revelado na Palavra de Deus (Am 3.7; Ap 22.6). Por isso, temos a certeza que em breve estaremos com o Senhor Jesus e estaremos livres de todo e qualquer sofrimento (Ap 1.18; Jo 14.1-3; 17.24; I Ts 4.17).
II - COMO DEUS INTERVÉM NA HISTÓRIA?
As Escrituras revelam Deus intervindo na história da humanidade, tanto de forma individual como de coletiva. Vejamos:
2.1 Individualmente: Muitos servos de Deus tiveram experiências que provam claramente a intervenção de Deus em suas vidas, tais como: Adão, ao ser expulso do Jardim do Éden (Gn 3.23); Caim, que foi amaldiçoado por Deus, por matar seu irmão (Gn 4.10-12); Enoque, ao ser trasladado por Deus (Gn 5.24); Jacó, que teve o seu nome mudado, quando lutou com o anjo no Vau de Jaboque (Gn 32.22-28); Daniel, quando Deus o livrou da cova dos leões (Dn 6); e tantos outros servos de Deus que estão registrados nas Escrituras, como reis, sacerdotes, profetas, apóstolos, etc.
2.2 Coletivamente: Deus também intervem na história de forma coletiva, como podemos observar no juízo de Deus, por ocasião do dilúvio (Gn 6-8); na confusão das línguas (Gn 11.1-9); na destruição das cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 19.24-28); na formação e preservação da nação de Israel (Gn 12.1-3; Ex 19.5,6); na destruição dos cananeus, como está registrado no livro de Josué; no envio do profeta Jonas a cidade de Nínive (Jn 1-4); na destruição do exército de Senaqueribe (II Rs 19.32-35); nas experiências dos servos de Deus em Babilônia, registradas no livro do profeta Daniel, etc.
III - QUAIS OS PROPÓSITOS DE DEUS NA INTERVENÇÃO DA HISTÓRIA?
O principal propósito da intervenção de Deus na história é a salvação da humanidade. No entanto, existe outros motivos pelos quais Deus intervém na história. Vejamos:
3.1 Guiar: Como guiou o servo de Abraão, quando este foi buscar uma esposa para Isaque (Gn 24.27) e guiou a Israel no deserto (Dt 8.2,15; 32.12; Sl 78.14,52,53).
3.2 Prover: Em diversas ocasiões, Deus intervém para prover necessidades, como aconteceu com Hagar (Gn 21.19), Israel no deserto (Ex 15.27; 16.13,31); Elias (I Rs 17.4-6), e tantos outros.
3.3 Livrar: Deus também intervém para dar livramento a seu povo, como aconteceu com Daniel na cova dos leões (Dn 6.1-22); Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, na fornalha de fogo (Dn 3.25,26); Israel, nos dias do Rei Josafá, quando os amonitas, moabitas e os da montanha de Seir vieram ao seu encontro (II Cr 20.1-30); Pedro, quando estava na prisão (At 12.5-12); Paulo, durante o naufrágio (At 27.1-44), etc.
3.4 Revelar seus propósitos: Em muitas ocasiões, Deus intervém na história, afim de revelar seus propósitos, como apareceu a Abraão, para revelar a destruição das cidades de Sodoma e Gomorra (Gn 18.17-22); como revelou em sonhos a Faraó, os sete anos de fartura e os sete anos de fome (Gn 41.1-37); apareceu por meio de uma teofania2 a Manoá, para anunciar o nascimento de Sansão (Jz 13.3-20); revelou em sonhos a Nabucodonosor, os reinos vindouros (Dn 2.1-49), etc.
Estes são apenas alguns, dos muitos propósitos pelos quais Deus intervém na história da humanidade.
CONCLUSÃO
Uma vez que cremos que Deus é o criador de todas as coisas, devemos entender também que Ele exerce total domínio sobre a criação. Por isso, ele intervém na história da humanidade, sempre com o objetivo de proporcionar bem estar ao homem, bem como executar seus eternos propósitos.
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